Uma agenda para a esquerda só pode ser mundial
O que pode unificar distintas matizes da "nova" e da "velha" esquerda - contra as políticas de decomposição das funções públicas do Estado - é o exercício, pelo Estado, de políticas antagônicas às ditadas pelas agências privadas, que hoje orientam políticas e são responsáveis pela crise. O neoliberalismo teve a hegemonia abalada, mas não sucumbiu. Se os partidos de esquerda não reduzirem as taxas de pragmatismo e não se unificarem numa agenda avançada, o que obtivemos até aqui pode ser perdido. O artigo é de Tarso Genro.Pouca expectativa e muita mobilização para Rio+20
O ponto alto do calendário ambiental internacional em 2012 será a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, evento que acontecerá em junho no Brasil. A organização da conferência e de seus eventos paralelos já mobiliza o governo brasileiro, a ONU e as entidades do movimento socioambientalista em todo o mundo. As organizações do movimento socioambientalista brasileiro apostam na Cúpula dos Povos, evento paralelo à Rio+20 que será organizado pela sociedade civil. leia maisDeputado teme que STF descaracterize Ficha Limpa
“Agora, veio à decisão do Ministro do STF, Marco Aurélio Melo, de esvaziar as investigações promovidas pelo Conselho Nacional de Justiça – CNJ - que tem como objetivo passar a justiça a limpo”. O parlamentar, defende um Pacto Contra a Corrupção e que seja uma atitude dos Poderes da União. leia maisDilma bate popularidade de Lula e FH no 1º ano
Maioria desaprova as políticas do governo em seis áreas consideradas essenciais: saúde (desaprovado por 67%), impostos (66%), segurança (60%), taxa de juros (56%), combate à inflação (52%) e educação (51%) leia maisAssine o boletim digital para receber nosso informativo em seu e-mail: